Dia 01/10 meu filho Eduardo* fez 07 anos. Como no dia em que nasceu, continua iluminando minha vida.
Costumo dizer que ele foi um presente de Natal que recebi de Deus.
Para mim Natal é sinônimo de festa em família. Não tem nada de especial se você não está no meio daqueles que ama, mesmo sabendo que só vai sair confusão (ainda mais quando se tem descendência italiana).
Passei o Natal de 2001 sozinha. Sem minha família, sem meus amigos, dividi um tender bolinha com minha fiel escudeira “Preta Gil” (minha cachorra**).
Triste, pedi a Deus que me abençoasse e não me deixasse passar outro Natal sozinha. Roguei para que no próximo ano eu pudesse estar com minha família e um filho nos braços.
Somente no Natal de 2002 me lembrei dessa conversa entre eu e Deus, ao me deparar com meu filho e meus familiares ao redor da minha mesa. Desde então, não sei o que é ficar sozinha no Natal. É uma alegria imensa ver meu filho e minhas sobrinhas felizes, esperando o momento de abrir os presentes. Deus nunca se esqueceu de mim, e renova seu presente a cada ano.
Meu filho, Dudu Faísca, é alegre, amoroso e inteligente e ilumina a vida de todos que o conhecem. É muito querido por seus amigos e os tem de todas as idades, conquistando a todos com seu bom humor e doçura.
Feliz aniversário filho, Deus te ilumine hoje e sempre e mantenha acesa sua luz interior.
“Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-los?”
(poema “Enjoadinho” – Vinicius de Moraes)
*Eduardo tem origem anglo-saxônica e significa guardião das riquezas ou próspero guardião.
**Ah! A Preta Gil continua dividindo o tender comigo, mas agora sobra menos para ela.