Como todo ser humano, sou a contradição personificada. Sou uma profusão de idéias e pensamentos que me levam a todos os cantos e recantos da mente. Gosto de tudo e não gosto de nada, quem fui ontem não é quem sou hoje e nem quem serei amanhã. Mudo como a vontade do vento, pois não tenho medo de ser. Quero registrar e expressar os meus sentimentos, pensamentos e anseios e contar um pouco do que acontece ao meu redor. No stress!
domingo, 17 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Chá das cinco!
Mandamos para minhas sobrinhas uma pequena caixinha de madeira, bonita e delicada.
Ontem perguntamos se elas haviam gostado e se sabiam para o que servia a tal, ao que responderam:
- É linda tia, nós adoramos o porta-chá!
Cai na gargalhada. Detalhe: a tal caixinha não é um porta chá, é um porta-absorventes!
Culpa minha, deveria ter enviado um manual de instrução junto com a caixinha, ou ao menos ter mencionado, "não utilizar como porta-chá".
domingo, 19 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Quando fecho os olhos - Chico César
Faltou tempo, não inspiração, nem amor. Mas tudo o que eu poderia dizer está traduzido nas palavras de Chico César, as quais faço minhas para demonstrar que não esqueci.
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| *fonte imagem: Baú da Web |
E aí você surgiu na minha frente,
E eu vi o espaço e o tempo em suspensão.
Senti no ar a força diferente
De um momento eterno desde então.
E aqui dentro de mim você demora;
Já tornou-se parte mesmo do meu ser.
E agora, em qualquer parte, a qualquer hora,
Quando eu fecho os olhos, vejo só você.
E cada um de nós é um a sós,
E uma só pessoa somos nós,
Unos num canto, numa voz.
O amor une os amantes em um ímã,
E num enigma claro se traduz;
Extremos se atraem, se aproximam
E se completam como sombra e luz.
E assim viemos, nos assimilando,
Nos assemelhando, a nos absorver.
E agora, não tem onde, não tem quando:
Quando eu fecho os olhos, vejo só você.
E cada um de nós é um a sós,
E uma só pessoa somos nós,
Unos num canto, numa voz.
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| Cantinho Encantado |
Envergo mas não quebro*
Sou tal um bambu
Sob o açoite do vento
Enverga, se dobra
E, quando a tempestade passa
Volta a ficar de pé outra vez
Talvez não sem marcas
Talvez menos lúcido
Mas mais forte
Mais consciente...
Às vezes mais tristes
Outras mais felizes...
Assim é a vida!
*Sirlei Dias Garcia Rangel (poema publicado no livro Alvorada Fazendo Arte: contos & crônicas, 2005 - extraído do blog Clube dos Escritores de Alvorada)
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