Páginas

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Quem tem pressa e "pobrema"

Com a pressa de sempre, porque estou sempre perdendo hora, hoje, pela manhã, lavei a cabeça com sabonete íntimo!!!

Não, eu não troquei o frasco. Derramei o líquido nas mãos e errei o "local de aplicação", só isso. Mas... tudo bem. Nada que uma dose extra de condicionador não tenha resolvido.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cada um tem o nome que merece ou do tempo em que nasceu...

Uma conhecida me contou que, por ter nascido na época do império, sua avó chamava-se Maria Imperina. Para emendar a conversa, sendo uma das primeiras em sua época, a ter nascido por uma cesariana, sua tia foi batizada como Maria Cesárea.

Usando essa lógica, sugiro as novas mamães, que, estando na era da tecnologia, registrem seus filhos como IPad ou IPod.

Ou então, como é costume aqui na terrinha utilizar o estrangeirismo para tudo, façam como aquela mãe que escolheu o nome do bebê em razão da etiqueta pregada na mais linda roupinha que a filha ganhou: Madeinusa (Made in USA).

domingo, 22 de agosto de 2010

PRESA NO BANHEIRO

Sexta-feira, 10h00, já estou na porta do gabinete aguardando a reunião. Passados 15 minutos, manifesto minha vontade de ir ao banheiro e me dizem que não dá tempo. 

A porta se abre, os que estavam lá saem, e na nossa frente, outros entram. "É rapidinho", dizem. E eu lá, quase fazendo o número 1 nas calças. 

Mais 15 minutos de espera, minha bexiga avisa que "não dá mais prá segurar, explode coração"! Corro pro banheiro (tá bom, toilete, como dizem algumas das minhas "finas amigas"). Antes, passo pela mesa da Loirinha para pegar a chave, nada: nem loirinha, nem chave. Deduzo então, que ambas, loirinha e chave estão no "mijatório" (como preferem os meus amigos, nada finos).

A porta estava aberta, mas não havia nem sinal da loirinha por lá ou de qualquer pessoa, e nem da chave. Sem mais delongas, que alívio. "Agora posso ir tranquila prá reunião". 

Escuto a porta se fechar e o barulho da chave. 

"PQP (por extenso e em alto e bom som), me trancaram no banheiro".

Nessa hora, alguns se revoltam, outras se apavoram. Mas eu... eu tinha uma reunião e estava decidida a participar. Meti o braço na porta, dei porrada e gritei pela Loirinha.

Ela não veio, mas outra pessoa, lá da  Educação, ouviu o meu chamado, tão fino, e veio abrir a porta.

A reunião foi um sucesso! Estou abrindo uma sindicância para apurar o caso.

A loirinha? Quando  passei novamente pela mesa dela, nem sinal, nem ela e nem a chave. Mas o meu irmão, que estava no mijatório masculino e me ouviu, já tinha se encarregado de espalhar o fato.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

DETESTO LIÇÃO DE CASA

Após um dia exaustivo de trabalho, nada melhor que chegar em casa e descansar, certo? Errado. Melhor que tirar roupas e sapatos e fazer uma boquinha, é, sem dúvida alguma, ajudar os filhos a fazer a tarefa de escola.

Já perdi finais de semana com a montagem de maquetes, confecção de instrumentos com material reciclado, painéis de fotos, recortes em revistas, pesquisas na internet, etc.

Hoje estou perdida em meio a árvore genealógica, palavras monossílabas, dissílabas,  trisílabas e polissílabas, além das camadas da terra e cálculos de multiplicação, e já tenho tarefa de filosofia agendada para sexta-feira. E o meu filho tem só 07 anos e ainda está no 3o ano (antiga 2a série).

Há dias em que tenho vontade de esganar as professoras. Até entendo e concordo que os pais devem ajudar nas tarefas, mas convenhamos, às vezes mandam as tarefas para os pais e não para os filhos. Desconfio ser uma forma de vingança pelas horas em que aguentam nossos queridos e tão calmos pimpolhos.

E tem outra, o método de ensino é tão diferente da minha época que estou pensando seriamente em voltar ao ensino fundamental para poder ensinar ao meu filho. É uma "dificulidade" o assunto.

"Eu amo muito tudo isso".  

terça-feira, 27 de julho de 2010

Biblioteca da Jo

Sou apaixonada por livros desde que aprendi a  juntar as palavras. Não me recordo do primeiro título que li, mas não esqueço do primeiro livro pelo qual me apaixonei: "Um presente para Cláudia" do Carlos Heitor Cony. Eu tinha uns onze anos naquela época. Comecei e não parei mais. Ler para mim não é hábito, é vício. Basta o cheiro de um novo livro e minha "viagem" começa. Sou transportada para outras realidades, abduzida para outros mundos, que absorvem minha mente por um período determinado. Quando a "viagem" termina o efeito demora a passar e me sinto vazia, sozinha, órfã daquelas histórias e personagens. 

Como todo maluco, também tenho minhas manias: escolho o livro pelo título e pela capa, só depois leio a resenha. Embora ache excelente a idéia de se disponibilizar downloads, confesso  não gostar dos livros virtuais: não tem cheiro, não tem textura... e não dá pra ler nas almofadas da sala, nem esticada numa rede ou naquela poltrona velha, encostada num cantinho. Também não dá pra levar pro banheiro.

Às vezes leio uma coisa ou outra, mas gosto mesmo de romances, de sagas, de histórias de mistério e policiais e leio muito os romances espíritas.

O mesmo se dá com os filmes: gosto das comédias românticas, das sagas e dos suspenses policiais. Tenho pavor de filme de terror e detesto aquelas comédias escrachadas, sem pé nem cabeça.

Prá dividir com outras pessoas os livros que leio e os filmes que assisto, partilhar idéias e opiniões sobre eles e conhecer aqueles que ainda não tive oportunidade, criei um outro cantinho, a Biblioteca da Jo
 
Passa lá quando tiver um tempinho e deixe seu comentário sobre os livros e filmes. E se tiver algum outro maníaco por literatura ou cinema que queira dividir o espaço comigo, é só falar.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...